Romance




Capítulo 01


Sexta - Horário: 22:00h

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(Lipe-40):-Oi.
(Ana-32): -Oi.
(Lipe-40):- Seu dia foi bom?
(Ana-32): - Como sempre, cansativo, ainda falta muitos retoques no rojeto. E seu dia?
(Lipe-40): - Também, tive três julgamentos hoje.
(Ana-32):- Ganhou algum?
(Lipe-40):- Claro todos. rsrsrs. Sou o melhor sabe disso.
(Ana-32):- Sei e te admiro muito porisso.
(Lipe-40):- Sinto sua falta, nessas noites de chuva.
(Ana-32):- Não sente nada, Sei bem Felipe, você tem várias amantes, não é de mim que sente falta, sente falta de qualquer coisa que tem saias.
(Lipe-40):- Repito, só você conseguiria me fazer sair dessa vida.
(Ana-32):- Você não quer sair dela, se quiser-se teria feito isso á 5 anos atrás.
(Lipe-40):- Não começa. Você não se queixou quando transamos semana passada.
(Ana-32):- Temos uma acordo.
(Lipe-40):- Sei disso.
(Ana-32):- Se não quiser é so falar, temos uma acordo, lembra?
(Lipe-40):- Você me lembra a cada fim de noite que temos, mesmo quando te levo as alturas, você me lembra disso!
(Ana-32):- O que foi? Por que tanta sensibilidade?
(Lipe-40):- Nada, quero somente saber se amanhã está tudo certo.
(Ana-32):- Sim, como sempre.
(Lipe-40):- Ótimo nos vemos amanhã na mesma hora de sempre.
(Ana-32):- Ok.
(Lipe-40):- Boa noite, lady.
(Ana-32):- Boa noite debochado!
(Lipe-40):- Sempre, rsrsrsrs.

.................................................

Como fui parar nesse jogo?

Parece que quanto mais tento me disvencilhar não consigo, ele nunca pode saber disso, saber que estou completamente apaixonada por ele!

Não sei quando aconteceu, desde o seu quase casamento não consigo parar de pensar em Felipe W. Vaz.
Todos os conhecem ou das colunas sociais ou como grande advogado, ele trabalha para as grandes empresas mundiais, além claro da empresa da família, o qual os outros irmãos cuidam.

Sempre ganha, nunca perde. Ha não ser quando a sua noiva o deixou no altar como um palhaço depois de descobrir que não teria direito a nenhum centavo de seu dinheiro. Sempre soube que ela era golpista, desde que a conheci, mais ele precisou ver para crer.

No dia da grande "tragédia", senti sinceramente pena dele, mais não durou muito.Quando percebi que ele ficou mais irritado pelo fato de ter gastado uma fortuna num casamento que não aconteceu do que ter sido largado pela noiva.

É Felipe foi sempre assim, desde jovem. O conheci na oitava série, eu a caloura recém chegada, ele o popular. Ficamos amigo, uma raridade para esse tipo de homem, mais no meu caso com 3 irmãos não foi difícil entender o porque da amizade, nunca fui sedutora e ele tinha muitas aos seus pés para olhar só para mim.

Eu buscava o romance e ele o sexo casual. Eu o ajudava a se libertar das grudentas e ele me ajudava nas matérias, eramos uma boa dupla, até que fui estudar na Itália.

Ficar 3 anos na Itália me fizeram ser uma mulher de verdade, a terra do amor casual e do romance me fez florescer, e gostei muito disso, começei a tentender o que tanto o Felipe ganhava em ter casos e não um romance único, aprendizado, com certeza muito bom, mais mesmo com meus romances, sempre quis achar o cara certo, mais acho realmente impossível hoje em dia. Falo com minhas amigas que se acharem agarrem com os dentes, pois homem de verdade uma dia estará em um museu exposto como o último da espécie.

Desde que voltei da Europa vim atuando em uma empresa de Design e Arquitetura, finalmente feliz com meu trabalho, minha casa e perto da minha família, estava bem, até receber o convite do casamento de Felipe.

Como ele sabia que voltei?

Depois de pensar uma pouco descobri: - Mamãe! Claro era muito amiga da mãe dele.

................................. 01 ano atrás...................................................................................................

- Querida não tinha como esconder que você voltou.
- Mãe, não queria que ninguém soube-se.
- Mais ele e seu melhor amigo, vai se casar, você não convidaria se fosse diferente?
- Sim mãe, faria, mais é diferente.
- Não é não, você sabe.
- Ah, tá bom. Mais não sei se vou.
- Como não? é claro que você vai.
- Tenho opção?
- Não, além de seu amigo, somos amigos dos pais deles e você não fará essa desfeita.

E como bem educada, não fiz, cheguei atrasada como sempre, mais fui. Calculei bem o tempo, chegaria quase na hora do sim, e não precisaria assistir toda a cerimonia, não queria chorar a missa toda.

Chegando na igreja a primeira coisa que vejo é os irmãos do Felipe descutindo com ele na porta da igreja, alguns carros ao lado indo embora e no meio da confusão vejo meus pais e vou ao encontro deles:

- O que aconteceu?
- A meu bem uma vergonha, uma total vergonha.
- Meu Deus mãe você está me assustando.
- A noiva desistiu!
- Como assim?
- Desistiu, entrou na igreja e chingou o Felipe de tudo, falou que ele não a amava, que queria humilha-la e falou na frente de todos que ja tinha o traido e não se arrependia.
- Nossa, mais ele com certeza ja fez o mesmo.
- Pois é, foi o que ele falou.
- Falou? ( Estou chocada)
- Sim. Disse meu pai com um meio sorrizo no rosto.
- Claudio, não fassa isso novamente, sei que ela mereceu pelo que falou, mais não é assim.
- Desculpa meu tesoro mais foi engraçado.
- Mãe tem seu lado comico sim, rsrsrs.
- é tem, mais coitada da Isis, estava chocada com tudo.
- Como ela está?
- Foi embora agora, passou mal e o Roberto a levou.
- Menos mal, ela não merecia sofrer assim.
- Concordo, mais o Felipe sempre foi impulsivo.
- Nem me fale, o conheço bem, sei como é.
- Pois é minha filha. Disse meu pai. - Ainda bem que você nunca caiu na dele.
- Pai definitivamente nunca fiz o tipo de Lipe, isso é fato.
- Você nunca soube quem é meu tipo!!!
Olho para trás encontro aquela figura, alta, linda, com ombros largos e olhos verdes mais profundos que ja vi, o que está acontecendo comigo? Um calor subiu pela minha espinha, saido não sei da onde. Olho aqueles olhos desejados, o cabelo de corte impecável, meio calvo pela idade mais mesmo assim combinava com ele, com o Lipe, meu desejo reprimido, meu amigo o qual unca teria um futuro de outra forma, mais como eu queria, naquele momento, ter ele, ser a noiva e vê-lo no altar tão lindo como estava.... Recolhendo o resto se sensatez que eu tinha falei.
- Oi Lipe.
- Oi Ana Clara, minha Ana.
Me abraçou com tanto carinho, tinha me esquecido da confiança que tinhamos, eu era a única que ele abraçava assim, e ele o único que eu deixava.
Ele sussura no meu ouvido:
- Preciso falar com você, preciso muito.
- Claro.
- Sr. Claudio, Patrícia, posso roubar sua filha?
- Sim, claro.
- Querida vamos indo, nos vemos domingo?
- Sim claro, amo vocês.
- Também te amamos, Felipe cuida dela.
- Sempre Patrícia, obrigado por virem.
- Que isso meu querido! Sentimos por essa confusão.
- Obrigado.Tchau.

Felipe me pegou pela mão e me levou para o salão.

Nossa tudo estava lindo, as flores, as mesas, que bolo é aquele? Nossa muito luxo até de mais para a família dele. Coitado, deve ter gastado uma fortuna com isso tudo.

- 500 mil no total.
- Como?
- Você penssou quanto gasteri com essa locura, não?
- Como sabe?
- Seus olhos não mentem Ana.
- Nunca pra você, pelo visto.
- Sim, te conheço bem.
- E eu também, e sei que está puto da vida.
- Sim
- Eu também estaria.
- Sei disso.
- O que posso fazer para te animar?
- Um striper seria maravilhoso.
- Para.
- Com o que?
- Com isso, querer rir as minhas custas.
- Desculpa.
- Como você está?
- Humilhado, sim. Mais supero!
- Sei que sim.
- Saudades de você.
- Também, não nos vemos a um ano.
- Tenho que te visitar na Itália para ter notícias de você.
- Sabe que sou esquecida.
- Sei sim.
- Desculpa.
- Pelo que?
- Por não ser tão presente como antes.
- Rsrs, Ana você não é a única que é ocupada, você correu atrás de seu sonho e sou muito orgulhoso de você porisso.
- Sei disso.
Ele pegou uma garrafa de vinho Terra Andina e serviu nas taças da mesa do bolo.
- Um brinde.
- Um brinde?
- Claro, da robada que escapei.
- Rsrs.
- O que foi?
- Se era roubada, porque pediu ela em casamento?
- Simples, ela parecia uma boa escolha.
- Pra que? Esposa?
- Passiva.
- Como?
- Dava o que ela queria e ela faria o papel de esposa de empresário.
- Lipe, ninguém é feliz assim.
- É sim, se você lidar como um negócio, não como amor.
- Como pode pensar assim?
- Simples, relações como dos nossos pais morreram.
- Concordo, mais não é porisso que vou me casar com um safado.
- Rsrs, se você estive-se aqui á 6 meses, não me deixaria pensar nessa locura.
- Com certeza que não.
- Sei disso.
- Um brinde ao retorno da sua conciência.
- Amém a isso!!!


-----------------------------------------Rimos e bebemos até não aguentar-------------------------------


Caítulo 02


Domingo 01:30h.

- Rsrs. Não acredito que você fez realmente isso. Como você descobre essas coisas dos seus adversários? Pera, já sei, você tem informantes em sites de fofoca, não?
- Digamos que ás vezes estou no lugar certo, na hora certa.
- Hum, entendo.
- Não fica com ciumes, rsrs.
- Como?
- Sei que sente ciumes quando falo de minhas conquistas.
- Sinto pois quero que você seja feliz, e não é assim que você será feliz.
- Eu sou feliz.
- Hoje, mais e no futuro?
- O futuro ..... a d-e-u-s pertence!!!

Nesse momento tudo era lento, cada momento, cada movimento, sua mão direita entrou em meus cabelos, me puxando para sua boca, o beijo não teve delicadeza e sim pura nescessidade. Forte, intenso, sensual, nossa quantas vezes imaginei esse momento em meus sonhos.

Não tem como não ceder, seu toque em minhas costas era como fogo, eletricidade parei de pensar quando sua mão entrava em meu decote, libertando meus fartos seios. Paraiso quando ele delicadamente lambia meu mamilos me fazendo gemer de prazer somente ao toque de sua lingua.

Sem mais nenhum controle em mim, minha mão percorria sua camisa de seda branca, ao encontro de seu cinto, libertando todo seu desejo, nossa como era perfeito, e meu, somente meu, mesmo sabendo que seria somente por aquele momento, toco em seu tronco rígido, ouso seu gemido, isso me exita ainda mais, e no meio do prazer da nescessidade, digo: -Sim!!

Continuo com as carícias, louca para sentir-lo com minha boca, ele me impede, e olha nos meus olhos, com a expressão de desejo e relutancia ele fala:

- Se seguirmos com isso, não vou parar, não vou esquecer, e com certeza você não é uma mulher para uma vez e só.
- Faremos um acordo então.
- Qual?
- Amigos sempre, mais entre quatro paredes somente sexo.
- Quer sexo sem compromisso, senhora certinha? Rsrs, o que a Itália fez com você?
- Me fez ver o lado bom da vida, rsrs.
- Estou vendo, to até com medo de saber o que a senhora andou aprontando por lá.
Cheguei perto dele e falei em seu ouvido.
- Nada que você não tenha feito pior!
- Prova!
- Agora.

Nesse momento me ajoelhei na sua frente e pude finalmente saborear aquele delicioso sabor, sem da tempo para pensar itensifiquei os movimentos até ele explodir de prazer. Quando recuperei um pouco a sensatez, o olhei e vi em seus olhos um ar de raiva e relaxamento.

Acho que ele entendeu o que quis fazer.

- Não é justo, por que fez isso?
- Você precisava relaxar, fiz isso pra você.
- Não, não fez. Teve pena.
- Nunca teria pena de você Lipe.
- Sério?
- Sério, você é o homem mais forte que conheci.
- Então por que provocou isso?
- Não quero que se arrependa amanhã.
- Me arrepender? De te levar pra cama? De fazer tudo que á anos quero com você?
- O que?
- Faça-me o favor Ana, sabe que sempre ..... sempre foi minha amiga, minha única amiga.
- Sei disso, só acho que se isso acontecer quero que esteje sóbrio.
- Estou sóbrio.
- Eu não.
- Entendi, você está com medo!!
- O que?
- Sim claro, ainda é a mesma Ana que conheci, rsrs, medrosa.
- Olha como fala.
- Prefere pagar um boquete ao terminar o que começamos.
- Não é isso.
- Não?
- Não.
Nesse momento ele me pegou do chão,e num movimento rápido esvaziou a mesa e me colocou em cima com tanta facilidade que me surpreendeu.
Com a mesma abilidade ele tirou uma camisinha de sua carteira a colocou e sem da tempo a arrependimentos, levantou minha sáia e tirou minha calcinha, logo após me penetrou fundo e rápido, tão gostoso que me fez gemer alto.

- Te machuquei?
- Não...não...
- Ana?
- Não para.

Ele não parou, gemidos, força, desejo, paixão pura e animal. Nunca de uma só vez senti tantas sensações, ele sabia mesmo o que fazer. Cada toque, cada beijo, cada estocada era um banho de sensações, que me faziam subir aos céus uma, duas, nossa poderia morrer nesse momento e iria feliz.

- Sim....
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Domingo: 8:00h - Carro

- Vai falar algo ou fazer a mesma coisa quando eu comi o último pedaço da sua torta? rsrs
- Só estou tentando assimilar o que aconteceu.
- O que exatamente? A parte em que você me chupou até eu gozar ou a que nós trasamos 3 vezes seguidas e você gozou umas 6 vezes...
- Para!!
- De falar a verdade?
- Não de me deixar sem graça.
- Pelo que?
- Por tudo.
- Ana, não tem por que ficar assim, somos adultos.
- Mais, mais.... e que de verdade isso não devia ter acontecido.
- Não?
- Não, oras.
- No que seu ponto de vista não deveria ter acontecido?
- Não fala como se estive-se num juri.
- Oras, mais não é assim que você quer agir?
- Não, só te conheço perfeitamente bem para saber que relacionamento não é a sua.
- E se for?
- Lipe, não faz isso.
Ele freiou o carro de forma brusca e olhou para dentro dos meus olhos e falou:
- Fala: Gostou?
- Sim
- Se arrepende?
- Não...
- Quer fazer novamente?
- Claro, mais...
- Nada de mais Ana, uma proposta.
- Oque?
- Sim uma proposta, nos somos amigos á uma vida certo?
- Sim.
- Então descobrimos que a afinidade na vida também se eleva ao lado sexual, certo?
- Sim.
- Deixamos como está amigos, porém aos sábados á noite, quando pudermos, voltaremos ao sítio e nos usamos, simples.
- Não é tão simples.
- É sim.
- Ai Lipe, isso não vai dar certo.
- É perfeito, amigos com benefícios.
- É até eu gostar de alguém ou você gostar de outra. Ai como ficamos?
- Seremos sinceros.
- Não sei.
- Eu sei que quero, á muito tempo não me sinto assim, Ana. Você sempre foi capaz de me animar, mostrar meu lado mais "humano", mais essa noite, você provou ser capaz de me fazer esquecer dos problemas, coisa que ninguém jamaz consegiu.
- Também senti algo, que nunca senti antes, nunca fui assim tão impulsiva antes, mais não é assim.
- É assim sim.
- Amanhã almoçamos e combinamos os detalhes.
- Você não pode simplismente esquecer?
- Não! Definitivamente o que tivemos essa noite não tem como esquecer!

 































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